• Clássico Space Invaders em tabuleiro

    Aqui está uma boa ideia para sala de aula, para estudarmos história do videogame e prototipagem. Pedir para os alunos escolherem um jogo clássico do Atari 2600 e transformar em board game. Da matéria original aqui: http://geekandsundry.com/the-arcade-classic-space-invaders-rolls-its-way-onto-the-table/  

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  • TVs e Monitores para games – como escolher?

    Fugindo das armadilhas do marketing Montei meu PC para jogos através do método científico. Pode pensar que eu sou muito chato. Para mim, foi um bom processo de estudo para que eu compreendesse o que significa a sopa de letrinhas de cada um dos fabricantes de peças para PC, e como efetivamente ter o melhor […]

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  • O que é interatividade – parte 3 (final)

    Iteração e Interação Rafaeli e Sudweeks (1997), estudando a comunicação mediada por computador (CMC) afirmam que a interatividade não é um processo exclusivo da CMC, mas sim presente em todo processo de comunicação. Para os autores, “interatividade descreve e prescreve os modos com os quais uma interação conversacional, enquanto um processo iterativo, leva a uma […]

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  • O que é interatividade – parte 2

    A magia da interação A professora e pesquisadora Lúcia Santaella, uma das principais divulgadoras do campo da semiótica do Brasil, sintetiza a interatividade pela interface da seguinte maneira: “Por intermédio de instrumentos materiais (tela, mouse, teclado) e imateriais (linguagem de comando), o receptor transforma-se em usuário e organiza sua navegação como quiser” (SANTAELLA, 2004, p. 163) […]

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  • Jogos são arte? – parte 3

    Jogos são mídia! Talvez não possamos dizer que todos os jogos são arte, mas podemos dizer que  Games são mídia. Um espaço para transmissão de mensagens, uma máquina de produzir narrativas, ou como chamaria o ludólogo e game designer Gonzalo Frasca, uma “mídia simulacional para as massas” (FRASCA, 2003). Nos anos 1940, o filósofo Theodor […]

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  • Jogos são arte? – parte 2

    A resposta é: não. Não procuro desmerecer o trabalho do Game Designer, e nem diminuir a importância econômica e cultural dos jogos, digitais ou não. Mas determinar que todos jogos, sem distinção, são arte, me parece uma generalização exagerada e ingênua. Não há espaço aqui para discutir o assunto completamente, abordando os possíveis sentidos e […]

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  • Jogos são arte? – Parte 1

    Sobre a premissa de que a arte deve transmitir uma mensagem. Em 2011, a indústria dos jogos digitais disponibilizaria no mercado um dos jogos mais aclamados e esperados daquele momento. Elder Scrolls V: Skyrim é um jogo estilo RPG em mundo aberto que permite aos seus jogadores experimentarem um mundo medieval fantástico através de combates […]

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  • Como analisar jogos – parte 2

    Em busca de uma estratégia de análise – a discussão epistemológica. O professor Espen Aarseth apresenta em seu artigo “Playing research: methodological approaches to game analysis” diversos dilemas sobre o ato de se estudar e analisar jogos, procurando propor um início para esse percurso, sem a intenção de fechar todas as possibilidades. Acho prudente, para […]

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  • Jogos são arte? – Parte 4 (final)

    São máquinas de produzir sentido. Tudo depende do game designer. Gonzalo Frasca também defende o game designer como um “autor” de uma obra digital (FRASCA, 2003). O exemplo que dá está em “The Sims”, onde é possível controlar seu avatar para ter um relacionamento com um outro do mesmo sexo. Note: o código do jogo foi […]

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